Resenha da trilogia de “O Poderoso Chefão”

10 abr

Parte I

Essa é a minha família, Kay, não sou eu“. Michael parece um bom moço, veterano de guerra, tem ao seu lado uma bela moça. Seu pai, Vito Corleone é o homem mais poderoso da Máfia siciliana em Nova Iorque, tem juízes, policiais, políticos e marginais em seus bolsos. Porém, após recusar fazer negócios com outra família mafiosa, Corleone é baleado. O filho mais velho do Don jura vingança e começa arquitetar um plano para pegar o algoz de seu pai, Virgil Sollozzo. Nem um deles esperava Michael se oferecer para executar o Turco e seu parceiro da polícia. Com um desfecho inesperado onde Michael Corleone se torna o Poderoso Chefão, o filme dirigido por Francis Coppola é até hoje visto com uma obra indispensável do cinema e das artes. Baseado no livro de mesmo nome, de Mário Puzo, O poderoso Chefão é, sem dúvida, um presente a quem realmente aprecia a sétima arte.

Parte II

Fredo, você partiu meu coração“. Enquanto Michael fica cada vez mais poderoso a frente da família Corleone, planejando a transferência para Las Vegas e levando tudo com mãos de ferro, somos apresentados ao jovem Vito Andolini, nascido em Corleone, Sicília. O jovem Vito embarca para a América após ver a mãe ser morta pelo chefão da Máfia local. O garoto cresce em Little Italy, em Nova Iorque, levando o pequeno Vito a se tornar o temido Don Vito Corleone. Michael, por sua vez, enfrenta uma crise na família, e a história nos leva a Cuba no estouro da revolução, quando o novo Don descobre que seu irmão, Fredo, o traiu. Isso leva a consequências que iram repercutir durante toda a vida de Michael. Certamente outra obra prima de Coppola e Puzo, um dos grandes clássicos do cinema, junto às outras duas peças dessa trilogia premiada.

Parte III

Quando penso que estou fora, eles me puxam de volta“. Talvez um dos filmes mais injustiçados do cinema, o desfecho da família Corleone não pode ser esquecido. O filme, além de atuações impecáveis, como de Al Pacino e Andy Garcia, ainda aborda um tema polêmico: As irregularidades no Vaticano que levaram a morte do papa João Paulo I. Novamente com Mario Puzo e Coppola assinando o roteiro, o filme só peca pela falta de Robert Duvall como o Tom Hagen, consigliere de Michael. É um fim mais que digno para uma das maiores, se não a maior, trilogia da história do cinema.

Texto de Bernardo Fontaniello

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